O Brasil fechou o mês de julho com uma base de 187,02 milhões de aparelhos celulares. Este número reforça a percepção de que a telefonia móvel representa um enorme mercado e os aparelhos celulares deixaram de ser apenas um instrumento de comunicação para assumirem uma posição de destaque na vida social das pessoas.
Diversos motivos levam as pessoas a trocar o celular e outros aparelhos eletrônicos frequentemente. A “necessidade” de se ter o aparelho de última geração, a questão de status e um melhor desempenho aparecem como as principais justificativas daqueles que sempre aparecem com um eletrônico novo nas mãos. Na grande maioria dos casos, não há uma necessidade real que justifique a troca.
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Recentemente postamos um texto sobre o quanto você deveria ter economizado aos 30 anos, com algumas simulações de valores e cálculos (clique AQUI para acessá-lo). Agora vamos aprofundar um pouco mais este assunto.
Como dissemos anteriormente, não há um valor correto para o quanto você deveria ter em suas economias, seja qual for a sua idade. Isto irá depender de vários fatores.
Em primeiro lugar, podemos citar o perfil de gastos e ganhos de cada um.
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Será que estou economizando o suficiente?
Bem, essa é uma pergunta bem difícil de ser respondida, porque é o tipo de assunto que quase ninguém comenta:
- quem poupa pouco (ou está endividado), não quer que ninguém fique sabendo;
- e quem poupa muito, muitas vezes prefere ser discreto;
Além disso, não há um valor exato nem correto para se economizar. Ele varia de acordo com a situação de vida, objetivos, classe social e muitos outros fatores que variam de pessoa a pessoa.
No entanto, é muito importante fazer esse tipo de análise. Muitas vezes acreditamos que o simples fato de não estarmos endividados já nos garante o passaporte para o grupo dos que têm uma boa condição financeira. Porém, isso não é verdade. É necessário acumularmos uma poupança, seja para garantir uma aposentadoria tranqüila ou mesmo para ter uma reserva no caso de qualquer imprevisto.
O que podemos fazer é calcular um valor base, uma referência para que possamos refletir sobre o assunto. Assim, vamos tomar como exemplo uma pessoa na faixa dos seus 30 anos, que tenha começado a trabalhar lá pelos 18 ou 20 anos. E vamos chamá-lo de Silva, só para não deixá-lo sem nome.
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Sempre que vamos comprar ou consumir certo produto ou serviço, buscamos aqueles com maior qualidade e que nos proporcione mais satisfação. Claro, isto é um comportamento bem normal. Buscamos o melhor carro, uma viagem mais confortável, uma roupa mais elegante e com melhor estilo, um restaurante com comida mais saborosa etc.
Desde que tudo isto esteja dentro de nossas possibilidades financeiras, não haveria problemas, certo? Bom, sim e não. Se você mantém as suas contas em dia, mantém um bom controle financeiro e ainda consegue ter uma poupança para imprevistos e também para o seu futuro, não há grandes problemas. Mas, mesmo neste caso, não é bom exagerar. O ideal é sempre viver um pouco abaixo de suas possibilidades.
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Um dos grandes vilões do nosso orçamento são as despesas pequenas e esporádicas, que costumam passar despercebidas, mas, quando somadas, acabam por levar boa parte de nossas economias.
Exemplo disso são os gastos com lazer e diversão, como, por exemplo, aquela cerveja no final de semana, o “happy-hour” com o pessoal da empresa ou ainda aquele inocente passeio no shopping da cidade. O principal problema é que estas atividades acabam por envolver vários pequenos gastos e isto nos dá a impressão de não estarmos gastando muito.
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Estamos quase chegando naquela época do ano em que se concentram muitas das grandes despesas do nosso orçamento doméstico. IPVA, IPTU, presentes de Natal e Final de Ano, férias … Bom, como dissemos em algumas outras ocasiões, o melhor a fazer é planejar desde já (na verdade, desde antes …) e começar a fazer uma poupança para estas despesas.
Mas hoje vamos falar de um assunto mais voltado para aquelas pessoas que tem que pagar pela sua própria educação, ou então a educação de seus filhos. Todo ano ficamos na expectativa de sabermos qual será o aumento da mensalidade para o ano seguinte. Chega a ser pior que esperar o valor do dissídio do ano …
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