9
mar

Veja quanto custa deixar de gerenciar seu futuro.

Por: Minhas Economias Tópico(s): Educação financeira, Geral, Investimento, Viva melhor

Nos textos “Veja quanto custa deixar de pesquisar suas opções de investimento em previdência privada - Parte 1″ e “Veja quanto custa deixar de pesquisar suas opções de investimento em previdência privada - Parte 2″, tratamos do impacto que as taxas de carregamento e de administração causam sobre o seu futuro. Falamos também sobre a importância de acompanhar e gerenciar os recursos investidos em planos de previdência privada.

Neste texto, iremos ilustrar, com alguns exemplos, a diferença entre gerenciar ou não o dinheiro que se encontra nestes planos.

5
mar

Sistema de Gerenciamento Pessoal Financeiro

Por: Minhas Economias Tópico(s): Imprensa

Sergio Novelli

Esse merece um post!

Em busca ferrenha há dias por um sistema eficiente e eficaz para o gerenciamento financeiro, fosse on-line ou desktop, me deparei com alguns serviços on-line. Quando se trata de gerenciar contas financeiras e bancárias, todo mundo tem um pequeno Q de dúvida e desconfiança em relação à segurança desses sistemas. Eu não sou diferente, mas uma vez que vivo na área de informática diáriamente, e, praticamente como, bebo e sonho informática/ internet, resolvi testar dois dos melhores.

28
fev

O Banco Central do Brasil

Por: Minhas Economias Tópico(s): Educação financeira

Você já ouviu falar da taxa Selic, da reunião do COPOM e do controle da inflação? Pois bem, continuando a publicação de textos da 3a edição da publicação “Fique por Dentro”, cartilha disponibilizada pelo Banco Central do Brasil, reproduzimos aqui o capítulo que explica mais sobre o Banco Central do Brasil e como ele se relaciona com estes temas.

Boa Leitura !!

O Banco Central do Brasil

O Banco Central foi criado pela Lei 4.595, de 31 de dezembro de 1964, chamada Lei de Reforma Bancária. Até então, as funções de autoridade monetária brasileira eram desempenhadas pela Superintendência da Moeda e do Crédito (Sumoc), pelo Conselho Superior da Sumoc, pelo Banco do Brasil e pelo Tesouro Nacional, que, em conjunto, exerciam funções típicas de um banco central, paralelamente ao desempenho de suas atribuições próprias. A Lei 4.595 também extinguiu o Conselho Superior da Sumoc, criando, em substituição, o Conselho Monetário Nacional (CMN).

22
fev

Veja quanto custa deixar de pesquisar suas opções de investimento em previdência privada - Parte 2

Por: Minhas Economias Tópico(s): Educação financeira, Geral, Investimento, Viva melhor

Na primeira parte deste artigo (veja em “Veja quanto custa deixar de pesquisar suas opções de investimento em previdência privada - Parte 1″), discutimos o impacto que a cobrança da taxa de administração causa em seu plano de previdência privada. Nesta segunda parte, iremos discutir o impacto das taxas de carregamento e concluir o que se deve levar em conta ao adquirir um plano de previdência privada.

Há duas formas de cobrança da taxa de carregamento: uma cobrada no ingresso de recursos (aporte) e outra no resgate dos mesmos. Pesquisando através dos sites das instituições financeiras, vimos que a cobrança na entrada varia entre 0 e 5%, sendo que esta taxa tende a cair à medida que seu saldo e/ou os aportes aumentam. Já a cobrança no resgate, varia entre 0 e 10% (taxa máxima permitida pela legislação vigente). No entanto, em geral, esta última taxa não é cobrada em resgates realizados após cinco anos (às vezes, até mesmo bem antes deste prazo).

17
fev

Bancos Centrais - Surgimento e Evolução

Por: Minhas Economias Tópico(s): Educação financeira

Continuando a publicação de textos da 3a edição da publicação “Fique por Dentro”, cartilha disponibilizada pelo Banco Central do Brasil, reproduzimos aqui o capítulo que explica o surgimento dos bancos centrais, suas funções clássicas e sua importância em nossa sociedade.

Boa Leitura !!

8
fev

Material escolar e viagem no carnaval pedem planejamento

Por: Minhas Economias Tópico(s): Imprensa

Jornal do Brasil

Carolina Eloy, Jornal do Brasil

RIO - Quem não planejou os gastos com material escolar e carnaval deve ficar atento ao aumento das dívidas neste início de ano. Além da tradicional pesquisa de preços, o ideal é procurar lojas que parcelem sem juros. Consultores sugerem que as crianças não participem da compra do material escolar, para evitar produtos mais caros com a estampa de personagens. Outra dica para reduzir os custos é a troca de livros didáticos com outros alunos. No caso da falta de planejamento, consultores desaconselham viagens no carnaval. Essas despesas podem complicar o orçamento na mesma época do pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).